Desculpe-nos...

Este blog foi encerrado em agosto de 2010...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Todos veem, ninguém percebe

Quando ligamos a TV, ouvimos o rádio ou lemos o jornal, nos deparamos com o principal combustível da mídia: a propaganda. E a cada dia esta publicidade está mais voltada para as crianças.

Como sabemos a sociedade do futuro, a que irá nos conduzir, são as crianças de hoje. Temos que nos esforçar para manter os bons valores, mas o que acontece é justamente o contrário, estes valores estão sendo trocados por coisas materiais, pelo consumismo.

A mídia pouco se importa com as conseqüências deste abusivo bombardeamento mental de publicidade de produtos, muitas vezes não necessários. Em um artigo publicado no site Eduquenet, Gisele Lazarino Cunha diz:

“De um modo geral a mídia pouco se importa com o que acontece ou deixa de acontecer, com as crianças e adolescentes do nosso Brasil. Vez por outra, troca-se uma ou outra informação, geralmente de tragédia relacionando crianças com drogas, crimes e miséria que assola o país, ou de crianças que possuem computadores e são os maiores feras no vídeo game, enquanto que as outra desfavorecidas, brincam com pedaços de brinquedos “quando têm”.”

A criança brasileira hoje é a que mais assiste televisão: quase 5 horas por dia. Aliando isso à falta de leis que inibem a publicidade abusiva temos uma legião de potenciais consumidores, que além de criarem uma cultura excessivamente consumista para si, influenciam e muito os seus pais, fazendo com que todos façam as mesmas coisas; estas que os “ricos” donos das indústrias querem que façamos, sendo nós manipulados e controlados sem que nós tomemos consciência deste fato.

Este consumo em larga escala gera muitos conflitos sociais. Por exemplo: duas crianças vêem uma publicidade; enquanto que uma tem condições e compra o produto, a outra é impossibilitada e não compra. A que comprou, por sua vez, se acha superior a que não tem, e humilha a outra. Este é um clássico exemplo que acontece freqüentemente na sociedade não só brasileira, mas no mundo todo; fora os inúmeros outros casos com características semelhantes, como uma adolescente matar outro por causa de um tênis importado, sendo que não há uma necessidade real para isto.

Com esta triste realidade – controle do sistema -, penso como podemos agir em prol de uma sociedade mais desintoxicada de propagandas, mais livre de “lavagens cerebrais” e mais focada na real aprendizagem e consumo consciente. Será fazendo protestos, sendo radicais e outras coisas do gênero? Por mais que façamos coisas assim, o melhor a ser feito é nós mesmos tomarmos consciência da triste situação em que vivemos, e também abrir o olho dos nossos mais próximos. Só assim é que poderemos um dia mudar o mundo.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A Influência da Propaganda nas Crianças de Hoje

Em minha opinião, o documentário nos abriu os olhos para certas coisas que na maioria das vezes, estão do nosso lado e não somos capazes de perceber, como o fato de muitas vezes comprarmos alguns produtos muito mais pelos fatores aparência e marca, ao invés de priorizarmos a qualidade do produto.

Uma coisa muito importante que o documentário nos leva a perceber é a que ponto chegou a nossa sociedade, hoje em dia, os produtos têm o poder de tirar a inocência da maioria das nossas crianças, e ainda muitas vezes fazer com que deixem de ser o que são, ou seja, começam a seguir tendências da mídia, passam a seguir a “modinha” da hora e simplesmente deixam de serem crianças e assam a agir como adultos consumistas, e incrivelmente, conseguem direta e indiretamente, influenciar e consumir muito mais do que os adultos. Em outro lado disso tudo, ainda temos como envolver a questão da criminalidade, e toda a influência que marketing e a propaganda fortíssima têm sobre isso tudo, e podemos ver isto, a partir do momento em que um jovem que rouba um tênis, uma camiseta, um celular, ou coisas do tipo, não pelo fato de não possuir aquilo, mas sim pelo fato da marca daquele produto, porque se aquela pessoa não tiver aquele produto, ela provavelmente será excluída de alguns grupos sociais e lugares que só “admitem” pessoas que utilizem estes itens. Acredito que esta atitude seja ridícula, e mais do que isso, muito suja da parte de quem a comete, pois a partir do momento que realiza este ato, está julgando um ser humano, um ser da mesma raça, da mesma carne que todos nós somos feitos por causa de produtos materiais que acabam com toda e qualquer chance de se criar um vinculo por valores verdadeiros, e assim, cada vez mais vivemos no material, no artificial.

Alem de todas essas coisas, podemos incluir ainda a influência da internet em nossas vidas, que tem os seus prós e contras. Ao mesmo tempo em que ela nos concebe a velocidade das informações, e o fácil acesso a todos a muitos canais de interatividade e todos os outros benefícios. Mas, por outro lado, ainda temos os contras, pois apesar de todas as facilidades e agilidades, cada vez menos saímos de casa para se encontrar com os amigos, por exemplo, muitas pessoas preferem conversar pela internet do que pessoalmente, a comunicação esta cada vez mais “fria” e seguindo este caminho, a nossa sociedade esta cada vez mais fria, pois como dito antes, muitas pessoas já preferem a internet do que a vivencia, preferem o mundo virtual do que presenciar experiências que só teremos no momento em que estamos cm os nossos amigos, nossa família, e com todas as pessoas que realmente gostamos.

Em resumo, podemos concluir que a situação em que chegamos é absurda, e só tende a piorar, pois a cada dia que passa, o “espírito consumista” atinge mais as pessoas, e desse jeito, caminhamos para um futuro com cada vez menos convivência pessoal até mesmo entre nossos familiares, pois estamos cada vez mais preocupados em comprar, e se preocupar com coisas fúteis.

The manipulation

Observando atentamente todos os aspectos do primeiro vídeo, observamos que nos novos tempos as propagandas midiáticas televisivas são diretamente ou até indiretamente voltadas para uma subliminar manipulação das pequenas mentes acéfalas, desprovidas de vista criticam, não capazes de perceber o quanto são envolvidas neste contexto influenciador hoje percebido na publicidade brasileira.
Claudia Schroeder Coelho, bacharel em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí – Biguaçu, comenta em um artigo encontrando na internet:
“A sociedade contemporânea possui uma grande característica que é a comunicação. Através dela as pessoas ficam sabendo as últimas notícias, acontecimentos, novidades sobre pessoas, produtos, serviços entre outros.
Outra característica marcante é o intenso desejo de consumir, seja por bens indispensáveis para sua subsistência como os indispensáveis e supérfluos. Contudo, para que a sociedade possa saciar o seu desejo consumidor necessita que ela tenha conhecimento sobre quais produtos ou serviços estão no mercado a sua disposição.
Esta tarefa é incumbida à publicidade. Entretanto, publicidade não é apenas informação, é persuasão. Ao veicular-se um anúncio publicitário não se espera apenas informar o consumidor, mas sim vender o que está sendo anunciado”

Este comentar confirma a idéia de que a mídia usa de diverso métodos para fazer com que o telespectador enseje o prazer e a necessidade ao consumo, como a autora mesma diz: na maioria das vezes por produtos fúteis. Essa ideia de manipulação pode ser vista no documentário a seguir, produzido por alunos do Colégio Marista Assunção.






Outro lado seria não só a mídia televisiva, mas, a encontrada em páginas da internet, games, panfletos de porta de colégio e etc, esta, que seria voltada ao publico jovem, não crianças, mas adolescentes. Nesse ramo poderíamos ver diversas formas de propagandas, no vídeo visto, vemos a comparação das mais adoradas e mais odiadas propagandas pelos jovens, e é perceptível como as propagandas que mais seduzem os adolescentes sem duvida é as encontradas em meios mais modernos, como “folders eletrônicos”, paginas de relacionamento e outros.
Termino concluindo que sem sombra de duvidas a mídia moderna é projetada para atingir os jovens e pessoas mais sucessíveis a indução do consumo, assim, ela molda uma nova tendencia de consumo a favor das grandes monopolizadoras. Essa ideia é melhor aprofundada no documentário já apresentado aqui no “blog”.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Os dois documentários são muito interessantes, um fala sobre a influência da mídia na vida das crianças, o outro, fala sobre como ou através de que a mídia chega até os jovens. Porém eu considero um pouco incompleto os documentarios, pois mostra só a parte da classe média para alta. acho que a mídia também chega e influencia as classes baixas, talvez até não chegue tanto por causa do dinheiro porém influencia, e muito. Pois hoje em dia, por causa dessas marcas de celulares e de roupas, muito gente morrendo por causa de um ténis "nike" ou por um celular de câmera.
O documentário "Criança, a alma do negócio", fala que no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. As indústrias descobriram que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, a mídia faz vários tipos de propagandas diretamente para as crianças estimulando-as ao consumo. E isso acaba resultando em crianças que, aos cinco anos de idade, já vão para a escola totalmente maquiadas e deixam de brincar de pega-pega porque estão de salto alto; que sabem todas as marcas de salgadinhos mas não sabem o nome de frutas e legumes; que sabem o marca de todos os celulares porém não sabem o que é uma minhoca. E com isso os comerciantes ficam com muito lucro, enquanto vão acabando com a infância dessas crianças.
Porém, penso que os pais dessas crianças também têm grande culpa nesse consumo todo. Pois todo pai ou mãe o que mais os deixa feliz é ver seu filho feliz, e ao invés de dizer não, eles acabam exagerando, dando tudo o que os filhos pedem criando assim, uma geração de super consumidores.
No documentário "Os novos consumidores", é feita uma pesquisa com jovens com média de 14 a 23 anos de idade, com o objetivo de saber como essa mídia de consumo chega até eles, porque (ou o que os leva) a querer ter aquele tipo de aparelho eletrônico, porque alguns deles não saem de casa sem seu aperlhos eletrônicos, qual a relação deles com seus pais (no caso só a mãe) e o que a mãe representa para eles.
No vídeo, mostra que todos tem a mãe como ídolo, dizendo que foi ela quem os criou sozinha e é quem da ajuda nos momentos difíceis. Em relação aos aparelhos eletrônicos, nenhum dos jovens entrevistados saem de casa sem seu celular, dizem que sem o celular não são nada. Bem, acho que é bem importante sair de casa com celular, mas o problema é que os celulares de hoje acabaram ficando muito modernos virando MP3, tirando foto e alguns servem até como computador. Na minha opinião isso está errado, pois as empresas de celulares chegaram num nível de tecnologia tão alto, que as pessoas acabaram esquecendo que o celular foi feito para poderem ligar ou receber chamadas se alguém quando estão fora de casa e não para navegar na internet.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Os Novos Consumistas

O documentário mostra a influencia das crianças quererem comprar tanto, mostra principalmente as propagandas de cosméticos, roupas, doces e celulares. Está virando uma “epidemia” porque muitas crianças que até pode classificá-las com “cabeças fracas” por causa da sua inocência, mas isso faz com que as crianças queiram comprar e comprar até não poder mais, mas é apenas um “amor passageiro” por que ao verem outro produto logo esquecem o que ganharam. Mas voltando ao assunto das propagandas, muitas pessoas se perguntam o porque de tanto querer usar crianças na mídia. A resposta é simplesmente porque sabem que as crianças são consumistas e fazem produtos direcionados ao público infantil do nosso cotidiano. Mas na minha visão a mídia apenas esta interessada no dinheiro e não no bem estar das crianças. Outro fator além da propaganda é os amigos, sempre querem ser o destaque da turma por ter um celular moderno, uma roupa de marca, um sapato da propaganda, etc... Outra influencia é os pais que nunca sabem dizer não a seus filhos dão tudo para eles, a palavra que poderia acabar com toda essa mania de consumismo seria: NÃO. As crianças apesarem de serem inocentes são espertas, por que sabem pedir e sabem que o pai ou a mãe não negaria um segundo presente, então a mente das crianças está tão desenvolvida que conseguem tudo que querem.
Em minha opinião os jovens são tão espertos quanto os adultos, foram tão além com o seu consumismo e chegaram a fazer um documentário sobre seu consumismo. Quanto a propaganda que já mencionei no inicio não estão preocupados com os jovens, mas futuramente querem acompanhá-las sabendo seus gostos em geral porque querem mais o dinheiro dos pais delas, então a tendência é crescer mais o seu consumismo até a mídia se encher de dinheiro.

domingo, 16 de maio de 2010

A Alma do Negócio e Os Novos Consumidores!

No primeiro documentário proposto pelo Prof.Donarte nos deparamos a imagem que está querendo ser passada para aqueles que o assistem, assim fazendo-o, nós alunos do ensino médio, já temos uma visão diferente daquilo que é representado diretamente ou até indiretamente de outros pontos de vista, para nós. No documentário Criança a Alma do Negócio podemos tomar o conhecimento de um ponto de vista proposto pelo próprio documentário, no qual que os jovens de hoje estão altamente influenciados pela mídia, assim levando eles a desconhecer tudo aquilo que a mídia(“esconde”) não mostra e eles.
No segundo documentário proposto, Novos Consumidores já é diretamente abordado qual a influencia do jovem em relação à família, se nesta estrutura familiar qual e o que mais influencia o jovem, tendo em mente esta resposta é mais um passo para se descobrir a forma consumista dos jovens assim podendo a prevalecer. Logo após uma pergunta que pode aproximar a sistema consumista dos jovens, qual o lugar que os jovens mais gostam, mais uma vez tendo a resposta desta pergunta, a maioria responde que são suas casas que é o lugar onde se sentem mais seguros e podendo ter a sua própria liberdade de fazer o que bem entende nela; Com base ao que foi dito por eles, aproxima o sistema consumista a pensar em métodos alternativos de venda focado na casa dos jovens e também é onde os jovens tem o contato mais próximo com a mídia.Nos dois documentários temos uma grande semelhança, os dois apresentam a dependência dos jovens sobre as tecnologias principalmente na área comunicativa, assim sendo o aparelho celular.Sem apenas ter a necessidade de se comunicar isto vai além, o celular já virou um meio de utilidades que a cada dia ultrapassa seus limites mas para que isso aconteça novos modelos devem ser criados e vendidos, cada vez mais atualizados e que para os jovens a necessidade de uma coisa nova tem de ser indispensável, mas se o jovem não possuir um aparelho celular, aquele novo modelo que todos tem? Só pela consciência implementada pela mídia aquele jovem influenciado por ela vai sim ter um certo momento de mal estar.
Por que então a estrutura destes jovens interessa tanto a mídia? É quase obvio que a mídia se interessa pelos lugares que os jovens freqüentam, com quem se relacionam, seus interesses em geral, tudo para que ao longo dos anos a mídia consiga acompanhar os jovens e assim que ela consegue acompanha-los,pensam como eles e pensando igual ao jovens ela a mídia vai descobrir em determinado tempo o que o jovem precisa e o que ele não necessariamente irá precisar.Ao tornar o consumismo do jovem controlado pela mídia a tendência é apenas continuar, a crescer assim como o vem fazendo.
A opinião de que tenho sobre tal assunto apresentado de uma forma diferente pelos dois documentários propostos é baseado nos meios que estão a nossa volta e que nos influenciam do jeito simples mas despercebidos por nós.Estas influencias podem mudar totalmente o jeito de uma geração apenas mantendo um único foco.Então quando percebermos de que esta influencia pode deixar de nos afetar(por nossa vontade de enxergar tudo de uma forma diferente) iremos ser transformados em pessoas diferentes, com um ponto de vista diferente, como este(se não estou enganado) que usamos para ter a possibilidade de analisar aquilo em nossa volta, no meio, todos os dias.

o formato publicitário

Ao longo do tempo os publicitários se deram conta de que a criança é o maior consumidor que poderia existir. Pois ainda é muito influenciável, e tudo o que vê nas propagandas quer, ou o que os seus amigos tem, ela também tem que ter.

Como que para ser aceita na sociedade, ou em um grupo de ''amigos'' tem que ter tal tênis, brinquedo, roupa e etc. Se fecha totalmente no ter ao invés do ser.

Crianças essas que deveriam estar descobrindo novas coisas e não sabem o nome de frutas ou animas, porém sabem nomes de marcas. Deixaram de ser crianças para ser único e exclusivamente consumidores. E muitas vezes ganham as coisas que pediram e acabam nem usando. Isso mostra que elas querem é ter, usar são outros quinhentos.Antigamente a menina era mãe da boneca, hoje a menina quer ser a boneca. E quando uma criança vive uma vida imaginária ela não amadurece.Esta certo que o trabalho dos publicitários é vender, porém atingiram o que a sociedade tinha de mais inocente, as crianças, que não tem uma opinião formada, não sabem discernir e com isso acabam de alguma forma prejudicando a infância dessa criança.Porém, não são só as crianças que são influenciáveis, adolescente em sua maioria também são. Mas há uma pequena diferença, a criança não sabe que esta sendo atingida por um bombardeio de propagandas, o jovem tem a plena consciência de que isto está acontecendo, e muita vezes até da dicas, para que os publicitários atinjam mais pessoas.O jovem hoje em dia vê a publicidade como sendo uma coisa pratica e sabe muito bem que o seu objetivo é o consumo. Porém há uma minoria que não aprova alguns tipos de publicidade, como aquelas janelas que abrem na sua internet sem você clicar em nada.Para eles, ou melhor para nós, para a mensagem ser boa, e surtir efeito depende muito de como ela esta sendo mostrada e divulgada, as vezes a propagando é muito boa, porém o modo como chega em nós, faz com que se torne ruim, e não demos atenção.Para uma propaganda ser realmente boa, precisa despertar em nós a curiosidade, algum modo que nos faça interagir, que seja inovadora, e que nos permita uma escolha.Os publicitários também levam para o lado afetivo dos jovens, tentando de alguma maneira, explorar esse lado sentimental para que o produto que estão vendendo, pareça uma coisa mais íntima.Que a publicidade esta em tudo que nos rodeia, isso é impossível negar, o que precisamos e saber discerni, o que é realmente necessário, e o que nos fará bem.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Criança a alma do negocio e os novos consumidores

O video fala de como hoje em dia o mercado tem como alvo as crianças, para fazer os pais gastarem dinheiro nos seus produtos, usando desde bichonhos, uma linguagem mais infantil e uma certa competitividade para influenciar as crinças a querer aqueles prodtos e assim fazer os pais gastarem.
Também ha entrevistas com algumas crianças, onde é perguntado à eleas se preferem comprar ou brincar, se eles sabem os nomes de marcas de celulares e de salgadinhos e de animais, as crinças não conheciam nenhum animal, mas as marcas todas eles conheciam.
E o que leva as crinaças de hoje em dia a comprar roupas da moda, maquiagem entre outras coisas é porque preferem passar o tempo vendo televisão do que brincando, e vendo televisão elas tem contato com propagandas que as fazem quere consumir mais e mais.
E no documentario Os novos consumidores, se faz uma pesquisa com adolescentes, para saber como é a relação deles com os pais, porque a casa é o lugar onde eles se sentem melhor, mas porqye a midia se interessa de como é a estrutura de uma familia e como os jovens lidam com a vida, é para poder lhes oferecer produtos que tem aver com sua vida, e a relaçao com a familia.
Já a casa é um lugar onde eles podem ter sua privacidade, onde podem fazer as coisas da maneira que quiserem, onde se sentem seguros, é o lugar onde a midia tem melhor contato com eles porque quando estao no quarto eles estao vendo televisão, ouvindo o radio, navegando na internet e assim tem contato com as propagandas.
Também ha os acessorios que os adolescentes usam como o celular, mp3 e o notebook, eles dizem no documentario que esses aparelhos são uma forma de se manterm informados, mostrar sua personalidade e ficar em contato com amigos e familia, e assim a midia pode criar diferentes aparelhos mais modernos que fazem eles se interessarem em usar mais eles.
A cidade é como se fosse o parque de diversão deles, ja que os adolescentes adoram ir a shoppings, bares, e andar pelas ruas com os amigos, eles fazem isso porque dizem estar procurando um lugar onde possam se sentirem mais seguros, e quando vão a shoppings eles tem contado com propagandas, ja que a midia sabe que esses lugares interresam os jovens.
Os adolescentes tambpem afirmam saber qual é o objetivo que das propagandas que a midia mostra para eles, e que eles que decidem quando iram se juntar a esse jogo de sedução das propagandas, mas eles não gostam de propragandas que possam invadir a privacidade deles ou que não sejam interresantes, eles preferem as que faze com que o joven interaja com o produto promovido, que os deixem curiosos naqueles produto.
Entao o jovem tem como imagem para lidar com a vida o educação que recebe dos pais e a imagem que eles passam para os adolescentes, eles preferm ficar nos seus quartos e shoppong ja que esses lugares os deixam com uma sensação segura e a midia so ira os influemciar quando se deixarem ser influenciados.

domingo, 9 de maio de 2010

Crianças a Alma do Negócio e Os Novos Consumidores

O documentário "crianças a almado do negócio", aborda a polêmica do consumismo infantil causada pelos publicitários e discute a distorção de valores no universo da criança.As crianças são bombardiadas por propagandas que estimulão o cunsumo e que fala diretamente com elas.
O resultado disso é devastador crianças que, aos cinco anos de idade já vão as escolas totalmente maquiadas e deixam de correr e brincar por causa de seus saltos altos.A crianças q sabem tudo de marca, mas não sabe o qe é um legume.Num jogo desigual e desumano os anunciantesficam com o lucro enquanto isso crianças perdem a infância.Documentario mais ousado e real mostra bem o que nós não vemos como vai ser o futuro das crianças?Como nós vamos consiguir lidar com isso?Essas respostas nós só veremos depois de alguns anos.
No documentário “os novos consumidores” ele tem tudo a ver com o outro documentário que acabei de escreve. Ele aborda o assunto que adolescente são entrevistados para saber o que eles acaham da propaganda e porque tem certas propagandas chamam muito sua atenção. Devido à grande quantidade de informações às quais são expostos diariamente, os novos consumidores estão cada vez mais cientes dos seus direitos e muito atentos à cultura das empresas, sem exigir dessas gestões transparentes.
Dessa forma, a presente pretende explorar as conseqüências que estas transformações trouxeram para as relações de consumo na sociedade pós-moderna, tanto do ponto de vista do novo consumidor como sob a ótica das marcas e da publicidade.
Já que os adolescentes vivem mais em casa isso faz com que a publicidade tenha mais efeito na vida deles. Então quando os adolescente saem de suas casa para se divertir eles cada vez mais encontram propagandas que chamam muito a sua atenção fazendo assim eles sere um estilo do consumidor apropriado para que as empresas aproveitem disso.Os adolescentes são diferentes das crianças els tem uma noção basica do consumo mas as crianças não.
Alem da publicidade a mídia tem uma grande importância fazendo piora ou melhora a sua vida. Os adolescentes tambem afirmam saber qual é o objetivo que das propagandas que a midia mostra para eles, mas não sabe como lidar com ela, diferente das crianças que sempre vão querer algo para compra e se diverti, mas nós temos que pensar antes de fazer, mas ninguem faz e isso vai ficar fora de controle.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A Fonte indireta

O documentário "Criança, a alma do negócio" nos traz uma realidade insatisfatória, mas também muito explícita, bem em nossa frente, sem que a percebamos.
Achei o documentário muito bem elaborado, levantando pontos na maioria das vezes não percebidos, ou interpretados, que precisam ser divulgados para serem amenizados.Vídeos como esse deveriam ser mais mostrados ao público geral, pois, de uma maneira generalizada, o consumismo sempre afeta quem tem menor capacidade de explanação das reais intenções da mídia; Pois ela (mídia) encontrou uma fonte indireta de consumidores, ou seja, que não compra, mas que facilmente faz comprar, pois o que um pai e uma mãe mais gostam é ver seu filho feliz, e nem todos são capazes de dizer não, e também propagar uma cultura não-consumista, ou menos consumista, aos seus filhos, fazendo com que tudo continue como está.
A relação propaganda-criança é muito forte, pois, é por onde elas são "manipuladas" e subliminarmente encaminhadas à cultura " Ter é Ser", que é o resumo do consumismo.
Concordo com a idéia do documentário, de que a mídia encontrou uma fonte inesgotável e insaciável de pequenoa compradores em potencial, que por ser fáceis de entender, tornam-se fáceis de serem manipulados.

















quinta-feira, 6 de maio de 2010

Novos Consumidores

“Mãe um sentido na vida de um ser”, por que será que um dos lugares em que os jovens mais gostam de estar são os shoppings e as lojas? Um fato que me leva a perceber uma forte influencia da mãe nessa projeção, porque é através desta que eles se adaptam a cada dia, ou seja, se mãe costuma freqüentar lojas e shopping e consecutivamente leva seu filho junto dês de pequeno (um fato que ocorre inúmeras vezes e que nos passa despercebido), ela que muitas vezes sem saber está influenciando uma infância menos comunicativa e mais tecnológica, levando essa criança futuramente a um jovem refém do consumismo exagerado. Os jovens estão sempre falando de liberdade sendo que boa parte destes se sentem livres dentro de casa, quando na verdade estão reféns da tecnologia,reféns de um consumismo que afeta diretamente o seu modo de pensar o seu modo de agir na sociedade, uma geração consumista. Porque Será que a casa é considerada pelos jovens o local no qual mais gostam de estar na cidade? Será que é porque se tem mais segurança em casa do que em qualquer outro lugar, sendo que em qualquer lugar estaremos correndo riscos, tudo gira em torno de uma casa, para um jovem, onde ele vai estar mais perto da internet, do celular, da televisão, do radio, das suas coisas que realmente interessam, não dando a mínima pro mundo fora das “paredes de sua casa”, sem pensar que há um grande consumismo dentro da sua própria casa, através do uso desses aparelhos, ou seja, não é só quando se está shopping comprando que significa consumir,estar em casa utilizando dos recursos eletrônicos também é uma forma de consumismo,uma forma muito grande de se consumir, porque cada vez mais cedo estão se formando “jovens tecnológicos”. “A necessidade de informação corre nas veias de um corpo consumidor de mídia”. Sem que a gente perceba, estamos virando “robôs humanos”, reféns tecnológicos, dependentes da funcionalidade e do multiuso dos aparelhos. Jovens conhecem mais shoppings, bares, locais de festas, do que a própria cidade e quando um jovem sai para a “descoberta” da sua cidade, se vê perplexo e se consolida um prezo as grades de lugares fechados onde costuma freqüentar, a quantidade de informação e novas pessoas que podem conhecer numa saída pela cidade para ampliar seus horizontes é insignificante para uma pessoa que só vive naquele “mundo” amigos – casa – shopping - festas, o jovem está se tornando cada vez menos aventureiro, preferindo cada vez mais lugares fechados. “A campanha publicitária mexe com o pensamento evolutivo de uma pessoa”. No momento em que o jovem sabe o objetivo da campanha publicitária e assim mesmo cai nas graças de uma “boa propaganda” na verdade ele não entendeu aonde realmente a propaganda quer chegar, no momento em que ele entra nas armadilhas ocultas da propaganda ele acaba mostrando que é consumista. “Ataques de meteoros publicitários” são constantes na vida de um jovem, porém estes “ataques” fazem com que o jovem seja influenciado a trilhar uma forma de vida ligada ao consumismo. “A mídia, a publicidade, a tecnologia e o consumismo são uma massagem na qual estamos constantemente sendo acariciados, manipulados, ajustados e manobrados”.

domingo, 2 de maio de 2010

Criança a Alma do Negócio

O problema da nossa realidade é que as crianças (mais ou menos entre 7 e 10 anos) preferem um celular do que um brinquedo, isso é uma coisa que realmente assusta nos e principalmente os pais e talvez o "bolso dos pais". Na minha opinião o nosso cotiadiano evoului e ao mesmo tempo "poului" por causa das novas tecnologias. No documetário falva de crianças de sete anos falando se tem celular, quantos ja ganhou, etc... Depois mostrou umas cartelas com alguns animais e nenhuma das crianças sabiam dos nomes deles. Depois mostrou algumas cartelas com slogam de marcas de celular mas com os nomes tapados e sabiam todas.
Isso faz com que entramos num mundo mais influenciado pelas propagandas, elas é quem usam as crianças para as propagandas de celulares, roupas, doces e maquiagens. Então o publico alvo das propagandas de celulares, maquiagens, roupas e doces.
Uma palavra que ao assistir o vídeo e refletir sobre ele, tirei uma conclusão que acho que seria a palavra chave seria: INSISTENCIA.
Os pais não resistem o suficiente, quanto o pedido das crianças então é por isso que elas levam o produto que querem fácil.
No vídeo tinha uma criança de oito anos que tinha mais de vinte e dois pares de sapatos com salto. Outra imagem que me chamou a atenão era uma garota de doze anos com o quarto celular e já pensando em mudar para o quinto. O último foi a criança de oito anos já tinha um celular, agora fiquei me perguntando o que uma criança de oito anos faria com um celular.
Os doces também são um forte pedido pelas crianças, falam que chegam a pedir todos os dias guloseimas.
Então eu conclui que esse vídeo foi feito para mostrar a realidade do nosso mundo, então achei muito bem a idéia de fazer esse vídeo de mostar e ao mesmo tempo alertar as crianças e principalmente os pais.

Criança, a alma do negócio

O documentário, "criança, a alma do negócio", mostra como e porque a crança virou um meio de publicidade no Brasil.
Sabendo que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, as indústrias fazem várias propagandas diretamente para as crianças. Assim fazendo, elas consumirem cada vez mais e só pensando nisso. E fazendo com que elas não sáibam nem o nome de frutas e legumes, mas sabem o nome de todas as marcas de salgadinhos e celulares.
E isso está acabando com a infância de muitas crianças, que, aos cinco anos ja vão para a escola todas arrumadas, maquiadas e deixam de brincar de pega-pega porque estão de salto alto.

Criança, a alma do negócio

O video fala de como hoje em dia o mercado tem como alvo as crianças, para fazer os pais gastarem dinheiro nos seus produtos, usando desde bichinhos, uma linguagem mais infantil, e uma certa competitividade para influenciar as crianças a querer aqueles produtos e assim fazer os pais gastarem.
Também ha entrevistas com algumas crianças, onde é perguntado à elas se preferem comprar ou brincar, se eles sabem os nomes de alguns animais e frutas, só que nenhuma sabia, quando foi perguntado os nomes de marcas de celulares e de salgadinhos todos sabiam.
E o que leva as crianças de hoje em dia a comprar roupas da moda, maquiagem entre outras coisas é porque preferem passar o tempo vendo televisão do que brincando, e vendo televisão elas tem contato com propagandas que as fazem querer consumir mais e mais.

domingo, 25 de abril de 2010

Criança a alma do negócio

Na minha opinião este documentário, mostra como a sociedade em si está pensando quanto a publicidade as crianças e qual a sociedade que está se criando, fazendo com que as crianças sejam extremamente consumistas e deixem de brincar e a aproveitar a sua infância para ir para shopping compra roupas, maquiagens, vídeo games em vez de brincar com os amigos de brincadeiras de crianças.
Mostra também, o quanto os pais em si são comandados pelos filhos, pois tudo o que os filhos pedem ou imploram, os pais acabam cedendo e até mesmo se individando para ceder as suas vontades e a criança acaba por muitas vezes nessas horas não conhecendo os seus limites e não aprendendo a ouvir um "não" como resposta. Porém pelos pais serem "comandados" pelos desejos implantados nos filhos, eles acabam sendo comandados também pela publicidade, porque são os comerciais de televisão que fazem a cabeça das crianças, que consecutiva mente fazem a cabeça dos pais.
Isto tudo mostra que o foco em si são as crianças e que consequente mente daqui a uns 10 anos, quando estas crianças se tornarem adolescentes, quase adulto iremos viver em uma sociedade muito mais consumistas do que hoje em dia, caso não houver leis e restrições contra as propagandas direcionadas para as crianças.

Criança, a alma do negócio

Ao longo do tempo os publicitários se deram conta de que a criança é o maior consumidor que poderia existir. Pois ainda é muito influenciável, e tudo o que vê nas propagandas quer, ou o que os seus amigos tem, ela também tem que ter.
Como que para ser aceita na sociedade, ou em um grupo de ''amigos'' tem que ter tal tênis, brinquedo, roupa e etc. Se fecha totalmente no ter ao invéz do ser.
Crianças essas que deveriam estar descobrindo novas coisas e não sabem o nome de frutas ou animas, porém sabem nomes de marcas. Deixaram de ser crianças para ser único e exclusivamente consumidores. E muitas vezes ganham as coisas que pediram e acabam nem usando. Isso mostra que elas quer é ter, usar são outros quinhentos.
Antigamente a menina era mãe da boneca, hoje a menina quer ser a boneca. E quando uma criança vive uma vida imaginária ela não amadurece.
Esta certo que o trabalho dos publicitários é vender, porém atingiram o que a sociedade tinha de mais inocente, as crianças, que não tem uma opinião formada, não sabem discernir e com isso acabam de alguma forma prejudicando a infância dessa criança.

sábado, 24 de abril de 2010

O negócio, as crianças

O vídeo mostra como hoje em dia a mídia televisiva é diretamente ou até indiretamente voltada a atingir crianças de pouca idade. Crianças dos novos tempos não sabem identificar legumes e alimentos naturais, mas sem duvida sabem identificar alimentos industrializados como salgadinhos, bolachas e etc.
Um fato que me impressionou é que em entrevista feita, uma garota não sabia dizer ao certo sua idade, isso remeteu-me a pensar como a mídia enche as cabeças das crianças de informações “inúteis”. Mostrando assim, como “O Sistema” nos induz a sermos fortemente consumistas desde o principio de nossas vidas.
Sem duvida, o mais grave mesmo é que tudo é feito sem nem as famílias perceberem, muito menos os pequenos telespectadores. Na minha opinião, isso é um ciclo “vicioso” que certamente não vai parar, penso que encerrar o consumismo é um sonho utópico. Talvez re-educando toda a geração já afetada, coisa que acredito ser muito difícil. Por isso, termino com uma ideia de uma grande pensador chamado Grégory Gusberti: “(...)depois que somos engolidos pelo sistema, contribuímos para o funcionamento do mesmo, e para deixa-lo, apenas movendo montanhas”.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Criança, a Alma do Negócio

Todos os dias ao nos depararmos com algum meio de comunicação, seja ele televisivo ou jornalístico, iremos em algum momento encontrar uma certa propaganda que contém crianças, sendo este o objetivo de chamar a atenção. Tal propaganda irá demonstrar um produto, ao ser assistido por crianças elas serão influenciadas pelo consumismo (todos em volta dele por isso já instruídos a ele). Ao ser influenciada por tal produto, a criança que em um grupo não tiver este produto será no caso “ultrapassada” em relação a aquelas crianças neste grupo que o tem.
Observamos que crianças altamente influenciadas por este consumismo, sendo instruída nesta forma irão desconhecer o que está fora dele assim o desvalorizando. Temos o exemplo da influencia alimentícia no consumismo em que produtos fabricados como, salgados, bolacha recheada, diversos são os únicos valorizados pela criança e levando em conta que estes produtos alimentícios nada têm de saudável são extremamente pobres quando o assunto sobre eles é a área da saúde. Apresentando tal característica, os produtos desvalorizados quando mostrados a uma criançada altamente influenciada pelo consumismo, serão desconhecidos e por isso dificilmente serão identificados por ela. Na maioria das vezes são produtos essenciais e saudáveis, legumes e frutas são alguns deles. O consumismo não tem barreiras assim sendo levado a diversas categorias não apenas a especificas, mas se encontra principalmente nos produtos que necessitamos mais. A criança consumista não abre mão de um produto que goste principalmente quando mostrado a ela por amigos ou pela mídia, seja o indiferente o preço, ela tentará meios de consegui-lo, mas que em grande parte de tudo, falta apenas os pais dizerem um não e explicar o motivo dele, mas há uma grande dificuldade. Infelizmente nem os pais desta criança que foi influenciada, sabem demonstrar um bloqueio nesta atitude consumista apresentada por ela, talvez pelo motivo que foi dos pais que a criança aprendeu tal atitude. Sabendo a influencia que fazem nesta comunidade jovem, os “produtores” usam as crianças como uma forma de demonstrar umas as outras que o produto adquirido (seja ele um acessório, roupa) poderá mudar a atitude das crianças. Dependendo da forma apresentada na mídia esta atitude pode variar para um jeito de andar novo ou até formas de expressão. Em outras palavras, as crianças não decidem mais o que fazer, são apenas impulsionadas pela mídia. A criança consome, utiliza aquilo que está na mídia. Com tudo isto ao redor dela, a criança é desestimulada a ter uma infância e passa a ter desde um estagio inicial da vida a característica do consumismo influenciado, e ao mesmo tempo a demonstrar uma característica adulta muito antes do que o normal.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Criança, A alma do negócio

Com a velocidade da informação e o mundo globalizado, não foi difícil para a indústria descobrir que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto. A criança se tornou a alma do negócio para a publicidade, e logo, trataram de bombardear propagandas que estimulam o consumo usando uma linguagem pratica direcionada para eles.

É comum atualmente ver crianças aos cinco anos, que já vão à escolas totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Possuem celular, notebook, usam roupas de grife, freqüentam salão de beleza e academia. Os meninos não ficam atrás. A metralhadora dispara e acerta bem no alvo: crianças nunca estiveram tão bem informadas quanto aos lançamentos e tendências de brinquedos, roupas, tênis. Mirar na garotada é importante porque, impactadas precocemente, as crianças tendem a ser, no futuro, mais fiéis às marcas e ao próprio hábito consumista que lhes é imposto. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada, e prejuízos com a saúde.

Consumir é algo que faz parte de nossas vidas. A não ser que se esteja vivendo dentro de uma caverna, todo o dia quer possuir algo a mais, por causa da publicidade, por causa da sociedade de consumo, ou porque é impossível resistir às últimas novidades. Os adultos podem se valer das regras para consumir menos, para controlar atos impulsivos de compra, mas a criança que não diferencia o certo do errado se vale do apelo. Os pais cheios de culpas pela falta de tempo que precisam trabalhar e pagar inúmeras contas geradas pelo consumo acaba cedendo ao invés de propor a discussão do consumo que o mundo não pode continuar este lixão e o nosso planeta esta se degradando a cada dia.

Apesar da influência dos meios de comunicação, os pais, a escola e a sociedade desempenham papel fundamental para que nossas crianças estabeleçam hábitos saudáveis (ou não!) de consumo. É primordial fazer uma auto-avaliasão, porém acho que o governo tem grande parcela de culpa e contribui para o agravamento quando não dão a importância nas políticas publicas a questão da segurança. As crianças têm de ter o direito de brincar livremente nas ruas e parques, como isto não é possível os pais pela falta de segurança não incentivam seus filhos e preferem que fiquem em ambientes fechados, poucos atrativos para brincadeiras de correr, pular, criar apenas propicia a TV, o computador e o consumo de guloseimas.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ao assistir ao documentário "Criança, a alma do negócio", me surpreendi muito com o que vi. As crianças já nascem consumistas, não conseguem se segurar ao ver algum produto novo na loja que querem comprar. Isso é culpa da publicidade brasileira, que bombardeia as crianças com infinitas propagandas de produtos que elas mal sabem para que servem.
A indústria descobriu que é muito mais fácil influenciar uma criança do que um adulto, por isso essa enorme quantidade de propagandas são oferecidas à eles. Propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente a esses pequenos consumidores. O resultado disso? Crianças que vão à escola maquiadas e deixam de correr por causa de seus cabelos e saltos altos; que conhecem todas as marcas de celular, mas não são capazes de reconhecer uma minhoca; que sabem todas as marcas de salgadinho, mas não os devidos nomes à frutas e legumes.
A infância dessas crianças estão sendo cortadas. Ousado e real, este documentário nos convida a encarar a realidade e nos perguntar sobre o futuro da infância